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Confira os resultados dos jogos desta quinta-feira (25) da CopaAgência Brasil

Confira os resultados dos jogos desta quinta-feira (25) da Copa

A última rodada da fase de grupos da Copa foi marcada por vitórias que garantiram vagas no mata-mata. Equador ganhou da Alemanha e conseguiu avançar para a próxima fase, assim como a Costa do Marfim, que pela primeira vez irá para o mata-mata da Copa do Mundo, depois de vencer Curaçao. >> Veja os resultados dos jogos desta quinta-feira (25): Equador 2 x 1 Alemanha (Grupo E) Notícias relacionadas: Japão empata com a Suécia e será adversário do Brasil na próxima fase. Conheça a seleção do Japão, próxima adversária do Brasil . Equador vence Alemanha de virada e carimba vaga no mata-mata da Copa. O Equador (foto) dependia apenas da vitória sobre a já classificada Alemanha na última partida da fase de grupos para avançar ao mata-mata da Copa do Mundo. Com gana e determinação, a La Tri ganhou de virada por 2 a 1 após 90 minutos de pura emoção no Estádio de Nova Jersey, nesta quinta-feira (25), em duelo pelo Grupo E. Após sair atrás no placar com gol de Sané no primeiro minuto de jogo, o Equador se recuperou, empatou sete minutos depois com Angulo, e coube ao atacante Gonzalo Plata – que atua no Flamengo – marcar o gol da virada e da classificação. Curaçau 0 x 2 Costa do Marfim (Grupo E) O atacante Nicolas Pépé marcou os dois gols da vitória da Costa do Marfim sobre Curaçao por 2 x 0 nesta quinta-feira, garantindo pela primeira vez uma vaga no mata-mata da Copa do Mundo. Pépé marcou aos 7 minutos do primeiro tempo e aos 19 minutos do segundo para garantir o segundo lugar do Grupo E para os marfinenses e condenar a pequena Curaçao à última posição, fora do restante do torneio. A Costa do Marfim, com seis pontos, terminou em segundo lugar no grupo, atrás da Alemanha, e se classificou para a fase eliminatória da Copa do Mundo pela primeira vez em quatro tentativas. Japão 1 x 1 Suécia (Grupo F) O Japão será adversário do Brasil na próxima fase da Copa do Mundo. A classificação dos Samurais Azuis (como a seleção nipônica é conhecida) foi assegurada nesta quinta-feira (25), no empate por 1 a 1 com a Suécia, em Dallas (Estados Unidos), pela terceira e última rodada do Grupo F. O confronto entre brasileiros e japoneses será na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston (Estados Unidos). Os suecos, com quatro pontos, também avançaram aos 16 avos de final como um dos oito melhores terceiros colocados da fase de grupos. Holanda 3 x 1 Tunísia (Grupo F) A Holanda garantiu a liderança do Grupo F da Copa do Mundo com uma vitória de 3 x 1 sobre a Tunísia nesta quinta-feira. A derrota da Tunísia encerra a campanha do país no Mundial. Turquia x Estados Unidos (Grupo D) Os Estados Unidos chegam classificados para a rodada final, enquanto a Turquia ainda tenta pontuar para seguir com chances de avançar como uma das melhores terceiras colocadas. Paraguai x Austrália (Grupo D) Austrália e Paraguai disputam a segunda vaga direta do grupo * Com informações da Reuters

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Conheça a seleção do Japão, próxima adversária do BrasilAgência Brasil

Conheça a seleção do Japão, próxima adversária do Brasil

Após empatar com a Suécia, o Japão garantiu vaga na próxima fase e será o adversário da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026. Os dois vão se enfrentar na segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos, um dos países-sedes da competição. A partida marca o início do mata-mata do Mundial, fase que reúne 32 seleções na disputa pelo título. Notícias relacionadas: Com gol em todos os jogos até agora, Vini Jr busca feito raro em Copas. Equador vence Alemanha de virada e carimba vaga no mata-mata da Copa. A seleção japonesa ficou em segundo lugar no Grupo F, liderado pela Holanda. Na fase de grupo, a equipe asiática goleou a Tunísia, marcando quatro gols contra o time africano, desclassificado da competição. Na disputa contra a Holanda, o placar ficou empatado em 2 a 2, na primeira rodada do Mundial. O Japão é uma seleção com nível técnico crescente e o confronto não tem favorito, avalia a comentarista de futebol da TV Brasil e da Rádio Nacional, Luciana Zogaib. "[O Japão] É uma seleção que joga em transição rápida, é uma equipe que tem equilíbrio emocional, mesmo quando sai atrás, consegue buscar o resultado, como aconteceu na partida contra a Holanda". Em 2025, o Japão também derrotou o Brasil de virada, em um amistoso, no final de 2025, em Tóquio, por 3 a 2. Na ocasião, o técnico do time brasileiro, Carlo Ancelotti, pediu que os jogadores brasileiros desenvolvessem "resiliência mental" e disse que a equipe precisava aprender com os erros. "Os japoneses têm o mental forte e nós vamos colocar o nosso [emocional] à prova neste jogo", brincou Zogaib. A comentarista também lembrou que, desde o confronto com o Brasil, ano passado, o Japão não perdeu nenhum jogo. "Eles chegam motivados à Copa", frisou. A evolução do futebol japonês é nítido, acrescentou Rachel Motta, também comentarista esportiva da TV Brasil. Ela chama atenção para a agilidade do time no contra-ataque. "A equipe japonesa pode não ter tantos jogadores habilidosos ou com mais nome, porém, o contra-ataque japonês é a arma deles, que marcam muito bem, e aí, a gente precisa mostrar habilidade", cobrou. "Além do Vini Jr. não temos visto tanta habilidade na seleção brasileira", criticou. Zico e o futebol japonês A perspectiva do duelo mexe com os torcedores brasileiros, que viram o crescimento do futebol japonês. O país contou com experts brasileiros, como o jogador Zico, Arthur Antunes Coimbra. Ele contribuiu para a profissionalização do esporte no país asiático e comandou a seleção nipônica na Copa de 2006. “Que o flamenguista não fique chateado, mas com o Flamengo foram 20 anos e com o Japão foram 22”, brincou, em entrevista à Agência brasil, em abril. Fora de campo, os dois países possuem uma longa relação, considerando como marco a chegada de 800 japoneses no navio Kasato Maru, em 1908, que vieram trabalhar nas lavouras de café, em São Paulo. Atualmente, o Japão é um dos principais parceiros do Brasil na Ásia. Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, os países, nos últimos anos, vêm buscando estreitar parcerias e cooperações na área comercial em ciência e tecnologia. Entre as áreas mais promissoras, de acordo com o órgão, destacam-se tecnologias da informação e das comunicações, aeroespacial, robótica, ciências médicas e saúde e energias renováveis. O Japão é também um dos maiores investidores do Brasil, com US$ 22,8 bilhões em estoque (investido ou em circulação). Os investimentos japoneses são diversificados e incluem setores como o automotivo, de materiais elétricos e siderurgia. Em 2023, o dado mais recente indica que o intercâmbio comercial bilateral foi de US$ 11,7 bilhões, com superávit para o Brasil de US$ 1,5 bilhão. As exportações brasileiras para o Japão foram, na maior parte, de produtos como minério de ferro, frango, café, alumínio e milho, enquanto as importações incluíram autopeças, compostos químicos, instrumentos de medição e controle e circuitos integrados. Japoneses escolheram São Paulo Desde a chegada do navio Kasato Maru a São Paulo, a comunidade nipônica cresceu. A Embaixada Japonesa estima que 2 milhões de japoneses e seus descendentes vivem no país, a maior população nipônica fora do Japão. E, como não poderia ser diferente, a influência cultural deixou marcas, em diversas áreas, como agricultura, gastronomia e artes marciais. São Paulo conta com a maior comunidade japonesa do Brasil. O bairro da Liberdade chega a ter toda a atmosfera do Japão, com fachadas escritas com ideogramas e arquitetura oriental. Mas há outras cidades brasileiras também marcadas pela presença desses imigrantes, como Assaí, no Paraná; Ivoti, no Rio Grande do Sul; e Tomé-Açu, no Pará. De acordo com o MRE, os japoneses são cerca de quatro em cada dez dos 1 milhão de estrangeiros vivendo no Brasil. Já no país insular, do outro lado do globo, vivem 200 mil brasileiros, nas contas do governo japonês. "O elo humano é um dos principais patrimônios das relações Brasil-Japão e fomenta o diálogo e a cooperação", afirmou o ministério.

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Japão empata com a Suécia e será adversário do Brasil na próxima faseAgência Brasil

Japão empata com a Suécia e será adversário do Brasil na próxima fase

O Japão será adversário do Brasil na próxima fase da Copa do Mundo. A classificação dos Samurais Azuis (como a seleção nipônica é conhecida) foi assegurada nesta quinta-feira (25), no empate por 1 a 1 com a Suécia, em Dallas (Estados Unidos), pela terceira e última rodada do Grupo F. O confronto entre brasileiros e japoneses, que terminaram a chave em segundo lugar, com cinco pontos, será na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston (Estados Unidos). Notícias relacionadas: Equador vence Alemanha de virada e carimba vaga no mata-mata da Copa. Argentina deve fazer rodízio contra Jordânia e pode poupar Messi. Os suecos, com quatro pontos, também avançaram aos 16 avos de final como um dos oito melhores terceiros colocados da fase de grupos. Eles aguardam o complemento da última rodada para saber quando, onde e quem terão pela frente. Neste momento, a rival seria a França, que está na liderança do Grupo I. Jogo morno em Dallas Os dois times vieram a campo com mudanças em relação à rodada anterior e com formações espelhadas, distribuídos com três homens na defesa, quatro no meio e três à frente. No Japão, o lateral Yukinari Sugawara, o zagueiro Ayumu Seko e o meia Daizen Maeda entraram nos lugares do zagueiro Takehiro Tomiyasu e dos meias Junya Ito e Kaishu Sano, que tinham iniciado a goleada por 4 a 0 sobre a Tunísia. A Suécia, por sua vez, trocou de goleiros, com Jacob Zetterstrom ficando na vaga de Kristoffer Nordfeld, titular nas primeiras rodadas, inclusive na pesada derrota por 5 a 1 para a Holanda. Além dele, o zagueiro Elliot Stroud e o atacante Anthony Elanga substituíram o volante Jesper Kalstrom e o meia Benjamin Nygren. Após jogos movimentados nas rodadas anteriores, suecos e japoneses apresentaram pouco futebol nos 45 minutos iniciais. A primeira etapa foi truncada, com 17 faltas e apenas uma finalização de real perigo. Aos 44, o meia Keito Nakamura recebeu de Maeda na área pela esquerda, girou livre e bateu cruzado, mas Zetterstrom fez a defesa. Os Samurais Azuis despertaram na volta do intervalo, tomando controle do campo sueco e abrindo o placar aos dez minutos. O meia Ritsu Doan recebeu do atacante Ayase Ueda na intermediária e deu um ótimo passe na diagonal, que deixou Maeda na frente do gol para chutar no cantinho de Zetterstrom. Foi a vez, então, da seleção escandinava acordar na partida. Seis minutos depois, Elanga foi acionado na direita pelo centroavante Viktor Gyökeres, quase na entrada da área. O atacante trouxe a bola para dentro e bateu cruzado para deixar tudo igual com um golaço. O Japão sentiu o gol sofrido e quase tomou a virada no lance seguinte, em bobeada de Sugawara na entrada da área. O lateral deixou a bola escapar do controle e foi desarmado pelo atacante Alexander Isak, que chutou forte assim que tomou a posse, mas Suzuki, atento, conseguiu espalmar para escanteio. A intensidade do começo do segundo tempo logo arrefeceu, especialmente depois das substituições. Mais inteira fisicamente, a Suécia esboçou uma pressão nos minutos finais, mas parou em Suzuki. Aos 47, o goleiro fez grande defesa em finalização de Elanga na área. Em seguida, desviou a cabeçada de Isak para o travessão, garantindo o empate. Holanda confirma ponta No duelo simultâneo a Japão e Suécia, a Holanda venceu a zerada e eliminada Tunísia por 3 a 1 em Kansas City (Estados Unidos) e garantiu a liderança do Grupo F, com sete pontos. A Laranja Mecânica (apelido da seleção europeia) vai encarar Marrocos, que ficou na vice-liderança do Grupo C, o do Brasil. O jogo também será na segunda, mas às 22h, em Monterrey (México). Logo aos dois minutos, o volante Ellyes Skhiri tentou cortar o cruzamento pela direita do lateral Denzel Dumfries e fez contra. Quatro minutos depois, o meia Tijjani Reijnders cobrou falta na área, o zagueiro Virgil Van Dijk desviou e o atacante Brian Brobbey mandou para as redes, ampliando para a Holanda. A Tunísia esboçou reação no início do segundo tempo, aos oito minutos, com o atacante Hazem Mastouri descontando para os africanos. Os europeus, porém, retomaram o controle do jogo ao marcarem o terceiro. Aos 16, o zagueiro Jan Paul van Hecke cabeceou para o gol e contou com um desvio no meia Anis Ben Slimane para balançar as redes e fechar o placar.

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Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 7 milhõesAgência Brasil

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 7 milhões

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.023 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (25). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 7 milhões para o próximo sorteio. Os números sorteados são: 22 - 25 - 30 - 31 - 39 - 60 7 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 117.144,19 cada 807 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.674,92 cada >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Apostas Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (27), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

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Cacique Raoni mantém boa evolução após cirurgiaAgência Brasil

Cacique Raoni mantém boa evolução após cirurgia

Raoni Metuktire, de 93 anos, liderança dos Kayapó, se recupera bem da recente cirurgia realizada para desobstrução intestinal. Segundo boletim médico, ele apresenta evolução clínica favorável, está sem febre, se alimenta e respira sem ajuda de aparelhos e realiza exercícios respiratórios. O cacique Raoni foi internado em estado grave no dia 15 de junho no Hospital e Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop (MT). Após ser estabilizado e passar por quatro dias de tratamento, ele foi transferido para São Paulo, onde segue em tratamento em ambulatório dedicado à saúde indígena no Hospital São Paulo, da Unifesp. Notícias relacionadas: Raoni faz transição para dieta oral e tem evolução no quadro de saúde. Cacique Raoni fará cirurgia de desobstrução intestinal neste sábado. Ele está na capital paulista desde o último dia 19, quando chegou com quadro de obstrução intestinal alta e pneumonia aspirativa. Realizou cirurgia instestinal no dia 20 e segue em recuperação, tendo ido da UTI para um quarto no último dia 23. A equipe ainda não divulgou previsão de alta.

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CMN veta taxa de cadastro em crédito para motoristas de appAgência Brasil

CMN veta taxa de cadastro em crédito para motoristas de app

As instituições que operam as linhas de crédito do Programa Move Aplicativos não poderão cobrar tarifa de cadastro, decidiu nesta quinta-feira (25) o Conselho Monetário Nacional (CMN). Lançada em maio, a iniciativa oferece financiamento para motoristas de aplicativos e taxistas comprarem veículos novos com padrões de sustentabilidade. Notícias relacionadas: Entenda como funciona o Move Aplicativos para motoristas e taxistas. Governo amplia crédito para motociclistas de aplicativos. A decisão impede que bancos e demais instituições financeiras participantes cobrem do cliente a taxa referente à pesquisa em serviços de proteção ao crédito, bases de dados e outras informações cadastrais. O programa Move Aplicativos disponibiliza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões, operacionalizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e por instituições financeiras habilitadas. O objetivo é facilitar a renovação da frota de trabalhadores que atuam no transporte individual, com foco em veículos mais eficientes e menos poluentes. Outros encargos Segundo o voto aprovado pelo CMN, a proibição vale especificamente para a tarifa de cadastro nas operações do programa. As instituições financeiras continuam autorizadas a cobrar outros encargos previstos em suas políticas operacionais, desde que estejam de acordo com as regras do financiamento e sejam informados previamente aos clientes. Entre os valores que podem continuar sendo cobrados estão encargos financeiros e comissões normalmente aplicadas em operações de crédito, incluindo eventuais tarifas de reserva de crédito, quando previstas em contrato e divulgadas oficialmente pelas instituições. O CMN é o órgão responsável por formular as diretrizes gerais do sistema financeiro nacional. Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o colegiado também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

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Políticas antitabaco devem ser integradas à saúde da população LGBTI+Agência Brasil

Políticas antitabaco devem ser integradas à saúde da população LGBTI+

A incidência de tabagismo entre pessoas homossexuais e bissexuais é 76% maior do que entre os heterossexuais, aponta um levantamento apresentado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) nesta quinta-feira (25), em um evento no Rio de Janeiro (RJ). Uma análise dos microdados da última Pesquisa Nacional de Saúde, principal base de informações oficiais sobre a saúde dos brasileiros, lançada em 2019, mostra que 22,4% das pessoas do primeiro grupo consumiam produtos de tabaco, contra 12,7% do segundo grupo. Notícias relacionadas: Dia Mundial sem Tabaco: novas tecnologias camuflam vapes e são desafio. INCA alerta para os riscos de cigarros com sabor e aroma entre jovens. Considerando apenas os dispositivos eletrônicos, mais conhecidos como vapes, a prevalência entre homossexuais e bissexuais foi quase seis vezes maior, mas a proporção de consumidores é superior em todos os tipos de produtos. De acordo com a pesquisadora Aline Mesquita, que integra a Divisão de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Inca, o Brasil já tem uma boa política de controle do tabaco, mas é preciso que ela seja cruzada com a política de promoção da saúde da população LGBTI+ para a criação de estratégias que contemplem esse público específico. “O tabagismo é o principal fator de risco para doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, cânceres, doenças respiratórias. Então, essa prevalência vai ter mais impactos sobre a saúde e a vida dessas pessoas”, alerta Aline. Para a Secretária-Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBTI+ do Rio de Janeiro, Denise Taynah, serviços que tradicionalmente atendem essa população, como as unidades que realizam processo transsexualizador, também devem ser envolvidas nas políticas antitabagismo. “Como os serviços de saúde vão tratar essas pessoas de uma forma efetiva para que elas reduzam o fumo? A gente precisa de um protocolo para as unidades de saúde colaborarem para aquela pessoa ter uma saúde física e mental melhor e mais anos de vida”, acrescenta. Indústria Segundo Aline Mesquita, essa diferença já tinha sido verificada anteriormente e também é apontada pela literatura científica. Ela diz que a indústria tabagista também está ciente dessa disparidade e tem investido em ações para estimular o consumo entre as pessoas LGBTI+. “Muitas vezes, elas fazem o que chamam de “responsabilidade social corporativa”, com o patrocínio de eventos, por exemplo, para criar uma imagem mais positiva, fazendo uma promoção indireta dos seus produtos”, explica. Outra estratégia da indústria é o lançamento de produtos com aromas e sabores, “com uma nova roupagem, cheia de aditivos, passando a ideia de um produto menos danoso, o que é uma grande falácia, mas é uma isca especialmente pro mais jovens”. Fatores-chave Aline acredita que o preconceito e a violência são fatores-chave para explicar essa maior incidência: “90% das pessoas que fumam começam antes dos 19 anos. Imagina um adolescente, que já tem as vulnerabilidades típicas da adolescência e sofre com esses fatores relacionados à LGBTIfobia” “Há mais chance de um quadro de depressão e ansiedade, e tudo isso acaba sendo um terreno propício para o uso não só de tabaco, mas de álcool e outras drogas”, complementa a pesquisadora do Inca. A Pesquisa Nacional de Saúde não investigou a identidade de gênero dos brasileiros, mas de acordo com Gab Van, diretor executivo da Liga Transmasculina João W Nery, as mesmas questões favorecem o tabagismo na população transexual. “Em uma atividade feita pela liga, a gente perguntou para os meninos se eles fumavam e em que período eles começaram e coincidia com um momento de ansiedade, de violência. E quando eles sofriam mais violência era quando eles consumiam mais”, ele conta. O assessor técnico do Ministério da Saúde Danylo Guimarães explicou que o Sistema Único de Saúde possui uma ferramenta que pode ser usada para produzir dados sobre a população brasileira, o SUS APS, sistema integrado da rede de atenção primária, com mais de 174 milhões de pessoas cadastradas. No entanto, em 2023, apenas 0,15% desses cadastros traziam a informação sobre orientação de gênero. Por isso, em 2024, os campos “orientação sexual” e “identidade de gênero” passaram a ser de preenchimento obrigatório pelos profissionais de saúde, que primeiro devem perguntar se a pessoa deseja declarar essas informações. Mesmo com dados escassos, foi possível confirmar a maior incidência de tabagismo na população LGBTI: 19,7% das pessoas que se declararam como homossexuais consumiam produtos de tabaco, contra 7,3% das que se declararam heterossexuais. “A atenção primária à saúde é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. Então, a gente tem uma capilaridade bem interessante porque estamos em todos os municípios brasileiros. A gente reconhece que a atenção primária pode ser esse lugar de escuta qualificada, precursor dos movimentos para controle do tabaco no Brasil”, defendeu Guimarães.

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CMN amplia em R$ 1 bi limite para crédito a estados e municípiosAgência Brasil

CMN amplia em R$ 1 bi limite para crédito a estados e municípios

Os estados, municípios e Distrito Federal podem pegar R$ 1 bilhão a mais emprestados no sistema financeiro em 2026 sem finalidade específica. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um remanejamento nos limites de crédito para órgãos e entidades do setor público, sem alterar o limite total autorizado para o ano, que continua em R$ 23,6 bilhões. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (25) por meio da Resolução 5310, que reorganiza os chamados sublimites, parcelas específicas dentro do limite geral de crédito destinadas a diferentes tipos de operações de crédito. Mais espaço aos entes Notícias relacionadas: CMN passa a exigir fotos com localização comprovada em seguro rural. Conselho Monetário regulamenta bloqueio de contas de apostas ilegais . Pacto quer garantir trabalho decente em grandes eventos no Brasil. Com o remanejamento, o valor disponível para operações de crédito de estados, Distrito Federal e municípios passa de R$ 5 bilhões para R$ 5,5 bilhões, nas operações com garantia da União (em que o Tesouro Nacional cobre eventuais inadimplências). Para as operações sem garantia federal, o sublimite também sobe de R$ 5 bilhões para R$ 5,5 bilhões. A mudança atende à demanda de governos estaduais e municipais, que já haviam utilizado integralmente os sublimites anteriormente disponíveis. O dinheiro vem dos sublimites de operações de crédito que os entes públicos podem pegar emprestados para financiar projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e parcerias público-privadas (PPP). Principais mudanças: Aumento de R$ 5 bilhões para R$ 5,5 bilhões no sublimite de operações de crédito com garantia da União Aumento de R$ 5 bilhões para R$ 5,5 bilhões no sublimite para estados, DF e municípios sem garantia da União Redução de R$ 1,7 bilhão para R$ 1,2 bilhão no sublimite para operações do Novo PAC sem garantia da União; Redução de R$ 1,5 bilhão para R$ 1 bilhão no sublimite para Parcerias Público-Privadas (PPP) com garantia da União. Como funciona O limite global representa o teto total que o setor público pode pegar emprestado no sistema financeiro durante o ano. Dentro desse valor, os sublimites organizam quanto pode ser destinado a cada grupo de operações, como investimentos em infraestrutura, programas federais ou financiamentos de estados e municípios. A resolução do CMN não criou novos recursos. Apenas transferiu valores entre categorias para atender áreas com maior demanda. Recursos remanejados Para ampliar o espaço de estados e municípios, o CMN retirou R$ 500 milhões do sublimite destinado ao Novo PAC sem garantia da União, que caiu de R$ 1,7 bilhão para R$ 1,2 bilhão. Outros R$ 500 milhões foram remanejados do limite destinado às Parcerias Público-Privadas (PPP), reduzindo esse grupo de R$ 1,5 bilhão para R$ 1 bilhão. Os demais limites permaneceram iguais. Mantidos sem alteração R$ 23,6 bilhões: limite global de crédito mantido para 2026 Novo PAC com garantia da União: R$ 1,8 bilhão Empréstimo aos Correios: R$ 8 bilhões Órgãos e entidades da União: R$ 625 milhões. Entrada em vigor A resolução passa a valer a partir da publicação oficial. Presidido ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

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Aprendizagem evoluiu de ações emergenciais para políticas formalizadasAgência Brasil

Aprendizagem evoluiu de ações emergenciais para políticas formalizadas

A agenda nacional pela recomposição das aprendizagens evoluiu de ações emergenciais, como aquelas adotadas para mitigar os impactos da pandemia de Covid-19, para políticas progressivamente formalizadas. O estudo Diagnóstico das Ações Pela Recomposição Das Aprendizagens mostra que 82,8% das iniciativas dos entes federados têm respaldo em normas. O levantamento inédito foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Unibanco, nesta quinta-feira (25). O estudo mapeou 151 iniciativas em 24 estados e tem como pilar o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens. Notícias relacionadas: Prova Nacional Docente tem adesão de mais de 2 mil redes de ensino. Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral. Unesco: matrículas no ensino superior mais que dobraram no mundo . O relatório nacional mostra como as redes estaduais e municipais estão estruturando suas políticas na educação básica para enfrentar defasagens educacionais, garantir o direito à aprendizagem dos estudantes e promover equidade no acesso à educação de qualidade. Foram avaliados aspectos como currículo, mediação pedagógica, desenvolvimento profissional e gestão educacional. Os dados foram coletados por meio de questionários respondidos por técnicos e gestores das secretarias de educação de estados e municípios. O documento mostra que todas as 52 iniciativas do eixo de currículo usam algum instrumento de apoio à reorganização. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os currículos específicos das redes são adotados em 88% dos casos. Para a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, os resultados do diagnóstico permitem compreender com mais profundidade como as redes estão estruturando suas políticas e onde estão os principais desafios. “Ao transformar essas evidências em ação, conseguimos qualificar a assistência técnica, aprimorar diretrizes e fortalecer uma política mais aderente às realidades locais, o que é fundamental para ampliar seu impacto sobre a aprendizagem dos estudantes.” O superintendente Executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques, avalia que o conjunto expressivo de iniciativas estruturadas demonstra compromisso com a garantia do direito à aprendizagem. “Estados e municípios já acumularam conhecimentos valiosos. Transformar esse patrimônio em inteligência coletiva é um caminho para acelerar a superação das lacunas de aprendizagem e reduzir desigualdades educacionais.” Centralização das decisões Segundo o levantamento, porém, há falhas na escuta ativa de quem está na ponta. Apenas 44% das redes de ensino indicaram manter canais de escuta ativa com professores e gestores para o redesenho colaborativo das estratégias para entender as demandas. Em 67% das iniciativas, o documento curricular foi elaborado pela equipe técnica central e apenas apresentado aos professores para validação, com participação docente ativa em apenas 25% dos casos. Os debates com as regionais de ensino ou órgãos similares ocorreram em 27% das iniciativas e apenas 8% deles não registraram qualquer processo formal de consulta. Esses atores são indicados pelos próprios secretários de educação como pontos focais responsáveis pela liderança ou articulação das ações de recomposição das aprendizagens. “Isso sinaliza uma participação ainda restrita dos atores escolares na reorientação das políticas”, diz o relatório. Fabiana Bento, especialista em pesquisa social e educacional do Instituto Unibanco e coordenadora do levantamento. Lucas Ismael A especialista em Pesquisa Social e Educacional do Instituto Unibanco e coordenadora do levantamento, Fabiana Bento, afirma que esse resultado não deve ser interpretado, necessariamente, como um problema porque é esperado que a elaboração das propostas curriculares seja conduzida pelas equipes técnicas das secretarias. Ela reflete que é preciso se fortalecer o movimento de retroalimentação entre formulação e implementação da política educacional para permitir que a experiência da sala de aula contribua para a evolução contínua da política. “À medida que as políticas de recomposição das aprendizagens se consolidam, existe uma oportunidade para ampliar os espaços de diálogo com os profissionais que atuam nas escolas. São eles que vivenciam, cotidianamente, os desafios da aprendizagem e podem oferecer contribuições importantes para o aperfeiçoamento das propostas curriculares.” Desenvolvimento docente Segundo o relatório, os programas formativos são direcionados majoritariamente a coordenadores pedagógicos (73%) e gestores escolares (63%), alcançando diretamente os professores em apenas 52% dos casos. “A menor presença de formações direcionadas aos professores pode acender um alerta sobre o quanto as ações têm conseguido, de fato, apoiar a prática docente”, pondera o estudo. Modelo tradicional O suporte material de ensino ainda é majoritariamente tradicional e analógico, complementado por recursos de apoio pedagógico. Considerando os percentuais, o uso central de livros didáticos, sequências impressas e atividades estruturadas correspondem a 52% das iniciativas. Também se destacam as apostilas (32%) e os recursos audiovisuais (30%). Apenas 20% dos materiais fazem interação com ferramentas digitais. A especialista Fabiana Bento explica que a pesquisa não permite concluir que a ausência de tecnologias adaptativas seja o principal entrave para a recomposição das aprendizagens e que o desafio está em ampliar a capacidade de adaptar essas estratégias às diferentes necessidades e ritmos de aprendizagem dos estudantes. “As tecnologias podem ser uma aliada importante nesse processo, mas fazem parte de um conjunto mais amplo de apoios, que inclui materiais pedagógicos, formação dos profissionais, uso das evidências produzidas pelas avaliações e estratégias de acompanhamento das aprendizagens.” Saúde mental de educadores O estudo evidencia o pequeno número de ações voltadas à saúde mental dos educadores e que ainda há espaço para ampliar a institucionalização de ações voltadas ao bem-estar destes profissionais. Entre as iniciativas analisadas, 54% delas não têm nenhuma ação voltada à saúde mental dos profissionais; apenas 7% tratam de prevenção ao burnout, que é o estado de exaustão física e mental extrema causado por estresse crônico no ambiente de trabalho. Do total, 14% das redes de ensino têm programas de apoio psicológico direto aos docentes. O estudo também chama a atenção para a total ausência de formações dos docentes sobre trauma e aprendizagem. Cuidado psicossocial de estudantes Nas ações de cuidado psicossocial voltadas aos estudantes, a maioria (57%) está em estágio intermediário de desenvolvimento. As ações priorizam práticas coletivas de acolhimento contínuo (75%), rodas de conversa (71%) e espaços de escuta (64%). Projetos voltados para competências socioemocionais (46%) e atendimento psicológico especializado (36%) são menos frequentes. Nas redes que mapearam o ambiente escolar, os maiores desafios identificados foram a violência verbal/virtual (bullying/cyberbullying), em 82% dos casos, conflitos/agressividade (73%) e a baixa participação das famílias (64%), o que contribuem para piora dos quadros.

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Plano contra trabalho infantil alerta para violações no mundo digitalAgência Brasil

Plano contra trabalho infantil alerta para violações no mundo digital

O governo federal lançou, nesta quinta-feira (25), um novo Plano de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Nesta quarta edição do documento, com orientação de políticas públicas até o ano de 2035, uma das metas é combater as condições estruturais que levam crianças a exercer atividades laborais, o que é proibido no Brasil. Entre as novidades, o plano alerta para a necessidade de monitorar o espaço virtual como campo de trabalho. Notícias relacionadas: CNJ define critérios para juízes autorizarem influenciadores mirins. Critérios para monetização com menores nas redes estão mais claros. O plano destaca que trabalhos on-line são atividades naturalizadas no ambiente familiar e social. No entanto, envolvem riscos concretos de violação de direitos fundamentais em vista de exposição excessiva e permanente da imagem, assédio virtual, monetização indevida do trabalho, pressão por desempenho e ausência de limites claros de jornada. “O Brasil ainda não dispõe de regulamentação específica voltada ao trabalho infantil no ambiente digital, o que não impede sua caracterização como trabalho infantil ou exploração econômica”, destaca o documento. No entanto, o plano aponta que o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/25) representa avanço ao atualizar os princípios do ECA para a realidade virtual. Foco na prevenção Em evento nesta quinta, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ressaltou que o objetivo é o de intensificar a prevenção, fortalecer a rede de proteção e avançar de forma estruturada na erradicação do trabalho infantil no país. No país, há uma estimativa de haver 1,6 milhão de crianças e adolescentes nessas condições. Para ele, o enfrentamento ao trabalho infantil é possível com a articulação de toda a sociedade e não depende apenas do Poder Público, mas também da sociedade civil. “Enquanto houver uma criança ou um jovem sendo explorado, não podemos descansar. Esse é um compromisso de todos nós e um objetivo que precisa mobilizar toda a sociedade brasileira.” O plano nacional estabelece diretrizes estratégicas para a próxima década com a ampliação das ações de prevenção e proteção social. 66% são negros Também no evento, a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, destacou que o enfrentamento a esse tipo de violação necessita de olhar na perspectiva étnico-racial nas políticas públicas. Segundo ela, crianças e adolescentes negros são os mais afetados e representam 66% das pessoas em situação de trabalho infantil no país. O coordenador Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil, Roberto Padilha, avaliou que o plano consiste em uma renovação de um compromisso do Estado. Ele entende que o trabalho infantil constitui uma das mais graves violações de direitos humanos ao perpetuar ciclos de pobreza e desigualdades. “Compromete o desenvolvimento físico, emocional, intelectual de crianças e adolescentes em suas fases mais sensíveis e determinantes. Retira dessas crianças o direito de brincar, de aprender e de sonhar”, afirmou. Desenraizar cultura Roberto Padilha afirmou que a ampliação da vigência do plano para 10 anos representa uma mudança estratégica para haver maior estabilidade, continuidade e capacidade de planejamento de longo prazo às ações propostas. “Avançamos também na atualização do conceito do trabalho infantil, em consonância com as transformações sociais e econômicas e tecnológicas que marcaram os últimos anos”. O evento teve a participação de integrantes do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Uma das representantes, Helen Hipólito, de 18 anos, lamentou que o país está “perdendo infâncias” para satisfazer a vontade dos adultos que determinam que crianças devem trabalhar. “É muito importante que a gente desenraize essa cultura”, disse a jovem.

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Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolaresCâmara dos Deputados

Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolares

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que reconhece a epilepsia como deficiênciaCâmara dos Deputados

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O texto continua em análise na Câmara dos Deputados

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Líderes partidários definem na terça-feira projetos que serão analisados pelo PlenárioCâmara dos Deputados

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Reunião convocada pelo presidente Hugo Motta debaterá propostas sobre segurança pública e saúde

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IFI: próximo presidente da República terá de enfrentar decisões fiscais difíceis

A situação das contas públicas brasileiras vai exigir decisões difíceis do presidente da República a ser eleito neste ano. É o que indica o Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF 113), divulgado nesta quinta-feira (25) pela Instituição Fiscal Independente (IFI). O documento projeta que a dívida bruta do governo, hoje em 80,1% do PIB, pode chegar a 115% do PIB em 2036 — patamar considerado pelo próprio relatório como “um nível de endividamento extremamente elevado”. A IFI aponta, mantidas as atuais diretrizes e regras orçamentárias e fiscais, um cenário preocupante e desafiador para o próximo mandato presidencial. — As projeções indicam que a atual regra do arcabouço fiscal, que definiu um limite de despesa para a União, tende a perder eficácia a partir de 2028. No próximo mandato presidencial, vamos precisar ter discussões importantes em relação à trajetória do gasto primário. Isso envolve discussões duras, difíceis, porque afetam aposentadorias, salários de servidores públicos e benefícios assistenciais — alertou Alexandre Andrade, diretor da IFI, em entrevista à Agência Senado, à Rádio Senado e à TV Senado. Para estabilizar a dívida pública, a IFI calcula que seria necessário gerar um superávit primário — receitas primárias maiores que as despesas primárias —de 2,1% do PIB por ano — algo que o Brasil não consegue produzir nem no cenário mais otimista antes de 2029. No cenário base, a dívida bruta sobe de 80,1% do PIB hoje para 82,5% em 2026, ultrapassa 100% em 2032 e chega a 115% em 2036. As projeções da IFI divergem das apresentadas pelo governo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 (PLN 2/2026), consideradas mais otimistas. Mesmo com as revisões favoráveis trazidas pelo aumento de arrecadação previsto com royalties, participações especiais e dividendos da Petrobras, a IFI mantém o alerta: sem reformas no perfil dos gastos obrigatórios, nenhuma regra fiscal conseguirá conter a trajetória da dívida. — Hoje, o quadro fiscal brasileiro indica um crescimento das despesas que não consegue ser compensado pelo aumento das receitas — reforçou Andrade. Despesas crescem mais do que as receitas O nó fiscal brasileiro tem raiz conhecida. Cerca de metade das despesas da União está indexada ao salário mínimo: benefícios previdenciários, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e seguro-desemprego. A retomada da política de valorização do salário mínimo acima da inflação, a partir de 2023, pressiona diretamente essa parcela do Orçamento, segundo a IFI. Somam-se ainda a reativação dos pisos constitucionais da saúde e da educação e o envelhecimento da população, que empurra as despesas previdenciárias para cima ano após ano, aponta o relatório. As despesas primárias — gastos não financeiros do estado, com o funcionamento do Estado e com políticas públicas, por exemplo — devem atingir 19,2% do PIB em 2026 e seguir crescendo até 19,9% do PIB em 2032. Enquanto isso, a receita primária líquida — recursos arrecadados com tributos e outras receitas não financeiras, após as deduções legais, destinados a financiar as despesas primárias — caminha na direção oposta: de 18,9% do PIB em 2026 para 18,3% no médio prazo. O resultado são déficits primários recorrentes, projetados pela IFI para todo o horizonte até 2036 — tendência que já se arrasta desde 2014. — Se o governo gasta mais do que arrecada, vai ter déficit. É isso que os números indicam — resumiu. Petróleo A revisão das projeções em relação ao divulgado em dezembro de 2025 teve como base o aumento dos preços do petróleo, provocado pelo agravamento do conflito no Oriente Médio desde fevereiro. Para as contas públicas de 2026, o efeito é positivo: o governo deve arrecadar mais com royalties, participações especiais e dividendos da Petrobras, o que permitirá cumprir a meta fiscal do ano com uma folga de R$ 18,2 bilhões acima do limite mínimo. — O ganho de arrecadação vai ser muito benéfico para o cumprimento da meta de resultado primário de 2026 — explicou Andrade. Segundo ele, o número ficou até mais favorável do que a projeção divulgada pelo próprio Poder Executivo no relatório bimestral de maio. Mas o alívio é passageiro. Para a economia como um todo, petróleo mais caro significa inflação mais alta, especialmente via combustíveis e frete rodoviário, contrapôs o economista. — São muitas incertezas. Se o preço do barril ficar alto por muito tempo, isso afeta a inflação, e a inflação reduz o poder de compra das famílias. A inflação mais alta faz com que o Banco Central tenha de manter os juros elevados por mais tempo, o que esfria a atividade econômica. Então, o efeito para a economia é deletério — afirmou. Economia cresce, mas desacelera A IFI projeta crescimento do PIB de 2% em 2026, com desaceleração para 1,8% em 2027. A inflação deve fechar 2026 em 5% — acima da meta —, pressionada pela inflação de serviços, hoje em torno de 6% ao ano, e pelos efeitos do petróleo. A taxa Selic deve encerrar 2026 em 14% ao ano, recuando para 12% em 2027. Hoje, a taxa está em 14,5%. “O comportamento da economia reflete, além do cenário externo adverso, os efeitos contraditórios entre a política monetária restritiva, o mercado de trabalho aquecido e os estímulos à demanda e ao crédito, a partir de diversas iniciativas governamentais”, aponta o relatório, também assinado pelo diretor-executivo da IFI, Marcus Pestana. Isenção do IR O documento ainda chama a atenção para a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, em vigor desde janeiro de 2026. A medida representa uma renúncia fiscal estimada entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões por ano. O governo apresentou como contrapartida uma tributação maior sobre rendimentos acima de R$ 50 mil mensais, mas os dados até maio mostram que a compensação ainda não se materializou na prática. — As incertezas nessa questão residem na efetividade da compensação, se ela realmente vai ocorrer. Porque sabemos que profissionais e pessoas com esse nível de rendimento costumam se organizar como pessoas jurídicas — médicos, advogados, profissionais liberais, engenheiros. Assim, conseguem encontrar brechas na legislação para recolher menos tributos — ponderou Andrade.

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Comissão aprova regras para o uso de óculos inteligentes no trânsitoCâmara dos Deputados

Comissão aprova regras para o uso de óculos inteligentes no trânsito

Proposta segue em análise na Câmara

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Áudio: Debatedores reivindicam tratamento equitativo e avançado para hemofilia

Um debate promovido pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quinta-feira (25) mostrou que, apesar de ser referência no tratamento da hemofilia, o Brasil ainda enfrenta gargalos para um atendimento equitativo. A hemofilia é uma deficiência na coagulação do sangue, que provoca sangramentos que podem ser graves e até levar à morte. Participantes do debate no Senado reivindicaram melhor distribuição de medicamentos, uma linha de cuidados multiprofissional e a universalização de terapias mais avançadas e menos invasivas. O senador Flávio Arns (PSB-PR) se comprometeu a redigir um documento com as demandas apresentadas durante a audiência.

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Áudio: Agora é lei: dor crônica terá atendimento integral garantido pelo SUS

Uma nova lei garante atendimento integral pelo SUS a pessoas com dor crônica. Sancionada neste mês, a Lei 15.422 prevê acompanhamento na rede pública e informação ao paciente sobre riscos e efeitos dos tratamentos. O texto também cria o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica, em 5 de julho, com campanhas sobre diagnóstico e tratamento. A medida teve origem em um projeto de lei (PL 336/2024) aprovado pelo Senado em maio.

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Comissão aprova reforço à proteção de mulheres contra o assédio no transporte públicoCâmara dos Deputados

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Proposta segue em análise na Câmara

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Comissão aprova projeto que permite a órgãos de trânsito oferecer jogos e vídeos para escolasCâmara dos Deputados

Comissão aprova projeto que permite a órgãos de trânsito oferecer jogos e vídeos para escolas

Proposta continua em análise na Câmara dos Deputados

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Vídeo: Senado por Dentro: Ludopatia e jogos de azar

O vício em apostas e jogos de azar tem nome e é reconhecido, inclusive, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como condição médica: ludopatia. Dados de um estudo realizado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), divulgados em abril deste ano, mostraram que os gastos de brasileiros com apostas online superaram os R$ 30 bilhões por mês. A pesquisa também analisou a relação entre jogos de azar com a inadimplência, estimando que cerca de 268 mil famílias passaram à situação de inadimplência severa, caracterizada por atrasos em pagamentos superiores a 90 dias. O Senado está por dentro do assunto.

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Áudio: Projeto cria Dia Nacional de Conscientização sobre as Ataxias

O senador Flávio Arns (PSB-PR) apresentou nesta semana um projeto de lei que institui o Dia Nacional de Conscientização sobre as Ataxias, a ser celebrado anualmente no dia 25 de setembro (PL 3.253/2026). A ataxia é um sintoma neurológico caracterizado pela perda de equilíbrio e da coordenação motora, entre outras consequências. Ouça o áudio para saber mais.

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Debatedores defendem fortalecimento de ouvidorias externas das defensorias públicasCâmara dos Deputados

Debatedores defendem fortalecimento de ouvidorias externas das defensorias públicas

Em audiência na Câmara, participantes apontaram falta de orçamento e de estrutura para a atuação desses órgãos

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Vídeo: Tratamento da hemofilia melhorou, mas ainda é desigual, segundo debate na CAS

O programa brasileiro de assistência a hemofílicos é considerado modelo por especialistas, mas persiste a desigualdade no acesso às terapias. Os avanços e as dificuldades no tratamento das pessoas com essa condição foram debatidos em audiência na Comissão de Assuntos Sociais nesta quinta-feira (25).

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Vídeo: CDH discutiu fiscalização, financiamento e cuidados em instituições para idosos

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu nesta quinta-feira (25) o PL 411/2024, que estabelece novas regras para as Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). Entre os temas discutidos estão a instalação de câmeras de monitoramento, a aquisição de medicamentos pelas instituições e a integração entre assistência social e saúde. Especialistas também defenderam o fortalecimento do financiamento público e da articulação com o SUS para ampliar a qualidade do atendimento à população idosa.

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Debatedores criticam aumento de exigências a instituições para idosos

Debatedores alertaram nesta quinta-feira (25) para possíveis impactos negativos de projeto aumenta as exigências para o funcionamento de instituições de longa permanência para pessoas idosas (ILPIs). Para eles, a proposta amplia as responsabilidades das entidades e com isso pode comprometer o atendimento e até levar ao fechamento de unidades de longa permanência. Os participantes da audiência pública da Comissão de Direitos Humanos (CDH) criticaram o PL 411/2024, que determina o oferecimento, por essas instituições, de melhores condições de habitabilidade, higiene, salubridade, segurança e acessibilidade, além de permitir que comprem equipamentos e medicamentos para promover a saúde e a qualidade de vida de seus residentes. O debate foi requerido pela presidente da CDH, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), relatora do PL 411/2024, de autoria do deputado federal Pepe Vargas (PT-RS). Segundo ela, o objetivo foi reunir subsídios para aperfeiçoar o texto, que altera o Estatuto da Pessoa Idosa para tratar das ILPIs. A audiência ocorreu durante a Campanha Junho Violeta, dedicada à conscientização sobre a violência contra a pessoa idosa. Damares classificou o tema como um dos principais desafios sociais das próximas décadas, diante do envelhecimento da população brasileira. Ela salientou que o país passa de 32 milhões de pessoas com mais de 60 anos, tendo cerca de 6,2 mil de instituições de longa permanência e aproximadamente 160 mil idosos acolhidos. Segundo a senadora, cerca de 65% dessas instituições têm natureza filantrópica e apenas 6,5% são mantidas diretamente pelo poder público. — Por trás desses números, existem histórias humanas que não podem ser ignoradas. Existem famílias que enfrentam enormes dificuldades para cuidar de idosos com elevado grau de dependência. Existem instituições filantrópicas que realizam um trabalho admirável, mas convivem diariamente com desafios financeiros e operacionais. E existem também idosos em situação de abandono ou fragilidade de vínculos familiares — afirmou. Saúde e assistência social A relatora disse que vê avanços na proposta, mas há pontos que exigem debate, especialmente sobre o financiamento ILPIs, a integração entre assistência social e saúde e o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Único de Assistência Social (Suas) na política nacional de cuidados de longa duração. Segundo Damares, muitas instituições acolhem idosos com doenças crônicas e necessidades de atendimento de saúde, como uso de oxigênio, medicamentos e acompanhamento de enfermagem. Por isso, ela considera importante discutir a possibilidade de que essas entidades possam atuar simultaneamente nas áreas de assistência social e saúde, recebendo recursos de ambos os setores quando necessário. — O que não estamos achando humano e justo é idosos morando em hospitais. Hospital não é casa. É isso que esse projeto propõe, e é uma discussão delicada — afirmou. 'Modelo híbrido' O presidente da Federação de Instituições de Longa Permanência para Pessoa Idosa do Brasil (FedILPIs), Sérgio Soares de Oliveira, afirmou que o modelo híbrido entre assistência social e saúde já existe no país por meio das casas de repouso, que são regulamentadas e fiscalizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo ele, a principal diferença é que as ILPIs têm caráter residencial, enquanto as casas de repouso oferecem atendimento de saúde permanente, com estrutura específica e equipes multiprofissionais. Para Oliveira, o debate sobre a integração dos serviços não representa uma inovação, mas exige a ampliação do financiamento público para estruturas já existentes. — O nosso país já tem essa separação. Basta ter força de vontade. Para quê? Para colocar dinheiro onde já é misto. Nós precisamos colocar dinheiro dentro das casas de repouso — afirmou. Atribuições Janaina Zambusi Nogueira Bastos, representante da Casa de Repouso da Janaina, argumentou que o projeto atribui às instituições responsabilidades que hoje pertencem ao sistema público de saúde e pode gerar dificuldades para a manutenção dos serviços prestados. — A saúde é um dever do Estado. A assistência social tem sua própria função. A família também tem responsabilidades legais. A ILPI acolhe, organiza, cuida, protege e dá suporte diário. Mas ela não pode assumir sozinha obrigações que pertencem ao sistema público de saúde — afirmou. Para o ex-secretário Nacional da Pessoa Idosa, Antônio Costa, o projeto é inconstitucional, porque transfere para as ILPIs atribuições que cabem ao Estado e não apresenta a origem dos recursos necessários para cumprir as novas exigências. — Se queremos apresentar uma solução, primeiramente, temos que definir qual é o papel do Suas, qual é o papel do SUS e o que queremos com as nossas instituições, porque se passar dessa forma é um desastre — disse. Cuidado integrado Representante do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Daniella Cristina Jinkings Santana defendeu um modelo de cuidado integrado, mas sem que se amplie responsabilidades sem financiamento correspondente. — A gente não pode jogar na ILPI os cuidados para todas as situações de saúde, porque inviabiliza a oferta — declarou a representante do governo. Daniella Santana também defendeu maior atenção ao financiamento da assistência social e mencionou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 7/2026, que trata da vinculação de recursos para a área. Revisão do projeto Kenio Costa de Lima, representante do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, disse ser preciso ter cautela na elaboração de políticas públicas para a população idosa. Ele defendeu a revisão do projeto e a qualificação do cuidado. — A gente tem que entender que as pessoas que estão vivendo em instituições de longa permanência são sujeitas de direito. [E] não é qualquer coisa que eu faça para as pessoas idosas que é o adequado — sublinhou. Instalações Os participantes da audiência pública também questionaram dispositivos do projeto relacionados à obrigatoriedade de contratação de profissional de Libras, à instalação de câmeras sem previsão de recursos para custeio e à revogação de regras sobre a permanência de pessoas que necessitam de assistência médica ou de enfermagem permanente em instituições de caráter social. Ao final da audiência, Damares afirmou que poderá apresentar uma versão alternativa ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados, incorporando contribuições recebidas durante o debate. Também participaram da audiência Olivia Lucena de Medeiros, representante do Ministério da Saúde; Valdir Aparecido Alves, representante da Sociedade São Vicente de Paulo (SSVP); e Marco Lima, advogado e presidente da Comissão de Defesa da OAB-DF.

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Relatora afirma que esteticistas devem ser consideradas profissionais de saúde; ouça a entrevistaCâmara dos Deputados

Relatora afirma que esteticistas devem ser consideradas profissionais de saúde; ouça a entrevista

Relatório final de subcomissão foi aprovado pela Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados

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Comissão aprova criação de programa de proteção e controle populacional de cães e gatosCâmara dos Deputados

Comissão aprova criação de programa de proteção e controle populacional de cães e gatos

A proposta, que institui o Programa Nacional Vida Animal, continua em análise na Câmara dos Deputados

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Áudio: Apoio a mães e pais em idade escolar passa na CDH

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou projeto de lei com uma série de medidas para combater a evasão escolar decorrente da maternidade, paternidade e parentalidade precoces (PL 3.748/2023). Entre elas está a obrigação das escolas oferecerem condições adequadas ao aleitamento materno. A relatora, senadora Ivete da Silveira (MDB-SC), destacou que a gestação ou a chegada de um filho não podem significar o fim dos estudos de jovens. O projeto segue para análise da Comissão de Educação (CE).

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Audiência aponta desigualdades no acesso ao tratamento da hemofilia no SUS

Mesmo com os avanços científicos que ampliaram as opções terapêuticas para pessoas com hemofilia, especialistas, representantes de pacientes e técnicos do Ministério da Saúde defenderam, em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quinta-feira (25), medidas para ampliar o acesso ao tratamento em todas as regiões do país. Os participantes também destacaram a necessidade de fortalecer a assistência além da oferta de medicamentos, com serviços de reabilitação, apoio psicossocial e ações para reduzir desigualdades regionais. A hemofilia é uma doença genética que afeta a coagulação sanguínea e pode provocar sangramentos de difícil controle. Autor do requerimento para a realização da audiência pública, o senador Flávio Arns (PSB-PR) destacou que os avanços científicos e tecnológicos têm ampliado as opções terapêuticas para pessoas com hemofilia, com potencial para melhorar o controle da doença, reduzir episódios hemorrágicos e aumentar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, segundo ele, o acesso a essas terapias ainda é desigual e exige maior debate no âmbito das políticas públicas, do planejamento orçamentário e da organização da rede de atendimento. — Promover esse debate no âmbito do Senado é também reafirmar o compromisso desta Casa com a defesa do direito à saúde, com a redução das desigualdades no acesso ao tratamento e com a construção de respostas institucionais mais eficazes para uma população que ainda enfrenta barreiras relevantes para ter assegurado o cuidado de que necessita. Apesar de reconhecer progressos recentes nas pesquisas, na introdução de novos medicamentos e na atenção a esse público, a presidente de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (Abraphem), Mariana Battazza afirmou que a política pública precisa avançar no sentido de oferecer um cuidado integral para o paciente. Mãe e esposa de pessoas com hemofilia, Mariana observou que a qualidade de vida do paciente não depende apenas de medicamentos eficazes e seguros, mas também do acesso ao cuidado integral com a reabilitação, o apoio psicossocial e uma rede que possa responder às reais necessidades da pessoa que convive com a doença. Nesse sentido ela defendeu a inclusão da hemofilia na Política Nacional de Atenção Integral à Pessoas com Doenças Raras. — O problema não termina quando ele recebe uma medicação, os pacientes ainda percorrem distâncias bem longas para receber o atendimento e a medicação, eles dedicam cerca de 5 horas e 26 minutos para cada visita, é a média estimada para cada visita ao centro de saúde. Eles vivem com limitações físicas permanentes e a grande maioria não tem acesso a suporte psicológico necessário. Entre os avanços da política, Mariana citou a ampliação do acesso a terapias pró-coagulantes, a existência de centros de tratamento de hemofilia em todos os estados do país e o reconhecimento internacional do programa de hemofilia e a incorporação gradativa de novas tecnologias. Cuidadores A situação relatada por pacientes e familiares foi reforçada por dados de pesquisa sobre o impacto da doença na rotina dos cuidadores. Realizado pela Abraphem com 312 cuidadores, o estudo revelou que 70% deles relatam impacto significativo na vida profissional, sendo que 35% interromperam suas atividades para se dedicar ao cuidado exclusivamente e 67% relatam impacto em toda a dinâmica familiar. Entre os fatores que mais impactam na vida dos cuidadores e das famílias no geral, estão episódios de sangramento frequentes que refletem no cotidiano e a permanência de sequelas. A pesquisa ainda revelou que 71% dos cuidadores não possuem apoio psicológico, 62% relatam irritabilidade frequente, 56% citam ter insônia e 49% apresentam quadro de isolamento social. Questionados sobre o que eles esperam de uma política pública eficaz, 82% responderam desejar tratamentos menos invasivos, 75% apontaram a necessidade de maior acesso a tratamentos avançados e 55% disseram querer medidas para redução de dores e limitações físicas. Desigualdades A presidente-executiva da Abraphem, Indianara Ramos Galhardo, afirmou que a associação recebe com frequência relatos de pessoas em situação de vulnerabilidade que enfrentam dificuldades para acessar o tratamento na rede pública. Como exemplo, ela citou o caso de um adolescente de 16 anos com hemofilia B e inibidor que vivia em uma região distante do centro de tratamento. Segundo Indianara, não havia profissionais habilitados para administrar a medicação no município onde ele morava, o que o obrigava a realizar deslocamentos frequentes e complexos para receber assistência. Segundo ela, o jovem também apresentava crises alérgicas que exigiam atendimento recorrente e, após sucessivos episódios de sangramento, morreu em 10 de abril. Indianara também citou como dificuldade no tratamento dessas pessoas o acesso a medicamentos com doses incompletas. — Eles recebem, chegam lá e falam que não tem a dose total do mês, tem só a dose da semana e voltam para casa. E aí tem que ir toda semana. Geralmente o hemocentro não notifica antes esse paciente e as pessoas precisam se deslocar. Equidade Participantes da audiência destacaram as dificuldades regionais e locais enfrentadas por pacientes e seus familiares. O que, na visão deles, exige uma política que leve em consideração essas particularidades no acesso e deslocamento até os centros de saúde, como considerou a médica e membro da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Christiane Maria Silva Pinto. — Nem sempre a incorporação feita lá fora vai ser a melhor incorporação para a gente aqui no Brasil. Então a gente tem trabalhado junto com os tratadores e com o Ministério da Saúde sobre os avanços que são permitidos (…). As associações dos estados, juntamente com as secretarias de saúde, podem se organizar para que a gente entenda melhor cada região. São regiões diferentes, necessidades diferentes, um garoto daqui de São Paulo não anda de barco, mas ele enfrenta outras coisas o amazonense não enfrenta. A defesa foi reforçada pela diretora Técnica do Hemocentro de São José do Rio Preto (SP), Andrea Garcia. — Nós somos um país continental, nós temos individualizações que precisam ser feitas, porque existem necessidades diferentes em diferentes locais, então o programa fica meio difícil de ser executado da mesma forma em todos os lugares. Diálogo De acordo com o Ministério da Saúde, atualmente o Brasil possui 35.852 pacientes identificados e cadastrados no Programa Nacional de Atenção às Pessoas com Coagulopatias Hereditárias, sendo 34% portadores de hemofilia A, 12% pacientes com outras coagulopatias, 6% com hemofilia B e 35% com a doença de Von Willebrand (distúrbio hemorrágico hereditário mais comum). O país possui hoje a quarta maior população com hemofilia do mundo. A coordenadora-geral de Sangue do Ministério da Saúde, Luciana Maria de Barros Carlos, reconheceu que a política precisa avançar para atender toda a rede que envolve o paciente. Ela disse que a área técnica do ministério tem dado atenção especial aos tratadores com participação da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobras). O órgão é vinculado ao Ministério da Saúde e tem o objetivo de pesquisar, desenvolver e produzir medicamentos derivados do plasma humano e biotecnológicos para atender prioritariamente ao SUS, reduzindo a dependência externa do Brasil. Luciana também reforçou a importância da participação das universidades e das secretarias estaduais e municipais de saúde para subsidiar a interlocução e garantir efetividade do programa. Em relação à incorporação de novos medicamentos pelo SUS, ela afirmou que o compromisso do governo é avançar não apenas olhando para o orçamento, mas priorizar as evidência científicas e clínicas que não coloquem o paciente em risco. — Existe um compromisso de que as incorporações sejam feitas a partir de evidência clínicas, então algumas coisas que até agora não foram incorporadas é porque não temos evidência clínica fortes o suficiente para amparar essa incorporação.

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Comissão debate dispensa de registro em conselho regional para professores de educação físicaCâmara dos Deputados

Comissão debate dispensa de registro em conselho regional para professores de educação física

Deputada argumenta que exigência de registro fere a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

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Comissão aprova incentivos para uso de energia limpa em datacenters no Norte e no NordesteCâmara dos Deputados

Comissão aprova incentivos para uso de energia limpa em datacenters no Norte e no Nordeste

Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados

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Áudio: Comissão Mista de Orçamento fará audiências públicas com ministros

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) fez a primeira reunião deliberativa do ano na terça-feira (23). O colegiado aprovou 23 requerimentos — e parte deles se refere a solicitações de audiências públicas com ministros de Estado para discutir os financiamentos e as prioridades de suas respectivas pastas. Ouça o áudio para saber mais.

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Áudio: CCJ pode votar penas maiores e prisão preventiva para motoristas alcoolizados

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) pode votar o projeto de lei que aumenta as penas e amplia as possibilidades de prisão preventiva para os motoristas de carro que, ao provocar a morte ou a lesão corporal de outra pessoa, estiverem sob o efeito do álcool ou de outras drogas. O projeto (PL 4.668/2020) é de autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). Ouça o áudio para saber mais.

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Comissão mista vota na terça-feira relatório sobre repasse de recursos das bets para a PFCâmara dos Deputados

Comissão mista vota na terça-feira relatório sobre repasse de recursos das bets para a PF

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Comissão debate mobilização da sociedade para implementação do ECA DigitalCâmara dos Deputados

Comissão debate mobilização da sociedade para implementação do ECA Digital

ECA Digital é a primeira lei brasileira a propor regras e punições para proteger crianças e adolescentes no ambiente on-line

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Comissão aprova criação de fator de custo para repasses da educação básica na Amazônia LegalCâmara dos Deputados

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Projeto segue em análise na Câmara dos Deputados

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Projeto inclui educação tributária no currículo dos ensinos fundamental e médioCâmara dos Deputados

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Seminário na Câmara discute desafios de famílias atípicas; participeCâmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que amplia informação sobre atendimento a crianças com autismoCâmara dos Deputados

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O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados

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Áudio: Maior proteção de dados de vítimas de violência avança no Senado

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou proposta que aperfeiçoa a divulgação do registro unificado de dados e informações sobre violência contra as mulheres (PL 3.109/2025). O cadastro foi criado por lei sancionada no início de 2026. A proposta foi apresentada pela então senadora Augusta Brito (CE) e recebeu modificações da relatora, senadora Ivete da Silveira (MDB-SC). Entre as mudanças está a obrigatoriedade da anonimização completa dos dados que possam identificar as vítimas. O projeto segue para a Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC).

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Áudio: Projeto cria data nacional para ampliar diagnóstico das porfirias

Um projeto apresentado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR) cria o Dia Nacional de Conscientização sobre as Porfirias, a ser celebrado em 18 de maio. O PL 3.252/2026 busca ampliar a informação sobre esse grupo de doenças genéticas raras, facilitar o diagnóstico precoce, melhorar o acesso ao tratamento e fortalecer a rede de apoio aos pacientes e familiares. A proposta ainda não foi distribuída para as comissões.

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Áudio: Prorrogadas seis medidas provisórias, entre elas a do Desenrola Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, prorrogou por 60 dias a validade de seis medidas provisórias. Entre elas, a que criou o Novo Desenrola Brasil (MPV 1.355/2026). Editada pelo governo federal em 4 de maio, a MP permite que pessoas com renda mensal de até R$ 8.105 refinanciem dívidas de até R$ 15 mil por banco, com taxa de juros máxima de 1,99% ao mês. O texto também traz regras específicas para aliviar dívidas de pequenas e microempresas, além de contemplar endividados com o Fies.

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Comissão aprova nova regra para monitorar estudantes com deficiência nas universidadesCâmara dos Deputados

Comissão aprova nova regra para monitorar estudantes com deficiência nas universidades

A Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto

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Comissão aprova fiscalização de vagas do Sine para mulheres vítimas de violênciaCâmara dos Deputados

Comissão aprova fiscalização de vagas do Sine para mulheres vítimas de violência

Texto segue em análise na Câmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que limita restrições a produtores rurais em áreas em processo de demarcação indígenaCâmara dos Deputados

Comissão aprova projeto que limita restrições a produtores rurais em áreas em processo de demarcação indígena

Texto segue em análise na Câmara dos Deputados

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Alemanha vira sobre a Costa do Marfim e garante vaga na próxima faseAgência Brasil

Alemanha vira sobre a Costa do Marfim e garante vaga na próxima fase

Depois do título mundial em 2014, a Alemanha ainda não tinha pisado na fase eliminatória de uma Copa do Mundo. No entanto, neste sábado (20), essa escrita caiu. Os alemães derrotaram a Costa do Marfim, de virada, por 2 a 1, em Toronto e assim garantiram uma vaga no mata-mata em 2026. Undav, com dois gols no segundo tempo, foi o herói da partida (Kessié havia aberto o placar para os marfinenses). Com o resultado, a Alemanha vai a seis pontos, três a mais que a própria Costa do Marfim. Equador e Curaçao, que se enfrentam ainda neste sábado, ainda não somaram pontos. O primeiro tempo foi de domínio da posse de bola pelos alemães, mas maior eficiência da seleção africana. É bem verdade que a Alemanha marcou duas vezes, mas ambos os gols foram anulados por faltas apitadas pela arbitragem. O da Costa do Marfim valeu: aos 30 minutos, Diomandé avançou pela esquerda e cruzou rasteiro. Diallo completou, mas a bola foi desviada e no rebote Kessié enfim balançou as redes. No segundo tempo, os tetracampeões do mundo encontraram dificuldades, mas o caminho do gol apareceu. Undav, que entrou no decorrer da partida, foi a resposta alemã. Aos 23, ele recebeu cruzamento longo de Amiri e, desmarcado, completou de primeira, dentro da área, para empatar. Nos acréscimos, a estrela de Undav brilhou novamente. Posicionado entre os zagueiros marfinenses, ele recebeu passe perfeito de Nmecha em posição legal e tocou na saída de Fofana para decretar a virada alemã. Foi o terceiro gol de Undav na Copa, empatando na artilharia da competição com Messi e Jonathan David, do Canadá. Como já possui seis pontos e vitórias nos confrontos diretos contra Costa do Marfim e Curaçao, a Alemanha não tem mais como terminar abaixo do segundo lugar do grupo E e vai para a última partida, contra o Equador, na quinta-feira (25), em Nova Jersey, apenas para definir em que posição fechará a primeira fase. A Costa do Marfim joga no mesmo dia contra Curaçao, na Filadélfia, buscando confirmar a classificação.

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Raphinha tem lesão na coxa constatada; prazo para retorno é incertoAgência Brasil

Raphinha tem lesão na coxa constatada; prazo para retorno é incerto

Os exames realizados no atacante Raphinha, da seleção brasileira, confirmaram as suspeitas e apontaram uma lesão no músculo posterior da coxa direita do jogador. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a informação em uma nota oficial neste sábado (20). O texto, no entanto, não estabelece uma data para o retorno do atacante, que deixou a partida contra o Haiti, nesta sexta-feira (19), ainda no primeiro tempo. Confira a íntegra da nota: Notícias relacionadas: Raphinha sente dores na coxa direita e será reavaliado. "O atleta Raphinha passou, neste sábado, por exame de imagem que confirmou lesão muscular na região posterior da coxa direita. O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível." O Brasil ainda tem um jogo pela primeira fase do grupo C da Copa do Mundo de 2026. Na próxima quarta-feira (24), a seleção encara a Escócia, em Miami. Caso o Brasil avance de fase, muito provavelmente jogará no dia 29, data do compromisso tanto da seleção que passar em primeiro quanto da equipe que se classificar em segundo na chave.

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Com 4 surfistas, Brasil segue na briga pela etapa de SaquaremaAgência Brasil

Com 4 surfistas, Brasil segue na briga pela etapa de Saquarema

O segundo dia de disputas na praia de Itaúna, em Saquarema, reduziu a 12 (oito homens e quatro mulheres) o número de surfistas ainda na briga pelo título da etapa brasileira da WSL (Liga Mundial de Surfe), a sexta no calendário da competição. Neste sábado (20), Yago Dora, João Chianca e os irmãos Samuel e Miguel Pupo avançaram às quartas de final na chave masculina. Entre as mulheres, Luana Silva acabou eliminada nesta mesma etapa e as semifinais não contam com atletas da casa. A próxima chamada será na manhã deste domingo (21). Na disputa da terceira rodada, Ítalo Ferreira acabou derrotado pelo francês Kauli Vaast, com um somatório de 14,17 a 12,87. Ferreira, que é o líder do ranking no momento, pode perder a posição ao final da etapa. Entre os brasileiros que passaram da terceira rodada para as quartas de final, Samuel Pupo bateu o australiano Jack Robinson (15,84 a 9,94) e vai encarar o italiano Leonardo Fioravanti nas quartas. Fioravanti, segundo no ranking, é o principal adversário de Ferreira na disputa pela primeira posição na classificação da temporada. João Chianca derrotou outro australiano, George Pittar, por 14,30 a 13,26 e terá pela frente mais um surfista da Austrália nas quartas: Morgan Cibilic. Atual campeão mundial, Yago Dora derrotou o francês Marco Mignot com um somatório de 15,00 a 10,33 e vai enfrentar o compatriota Miguel Pupo, que venceu o australiano Callum Robson (14,03 a 12,17). Com isso, o Brasil já tem garantido pelo menos um atleta nas semifinais. Já na chave feminina, a última esperança de título parou nas quartas. Luana Silva acabou derrotada pela americana Sawyer Lindblad em uma eliminatória bastante equilibrada (12,86 a 12,26) e encerrou sua participação em Saquarema. Com o resultado, Luana ocupa momentaneamente o terceiro lugar no ranking da temporada.

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